domingo, Outubro 19, 2014

Tomar







No que diz respeito a elementos simbólicos...

Claro.

Por exempo, esta fivela fez-me lembrar a revista Caras.
Pois, pode ter a ver com a ordem da Jarreteira. Mas nós só vemos os que nos parece normal. E eu nunca teria reparado em tal coisa, tal como vós, não tereis notado. Depois explico melhor...

Buéda Giro.

Apenas receio que no século XVI ainda não existissem a Caras nem a VIP.


Convento de Cristo, em Tomar











Pois. Hoje fui passear para o Convento de Cristo, em Tomar, com o Grupo de Amigos do Museu Nacional de Arte Antiga e com a agência de viagens Touch Travel de Rui Nobre.


Depois ponho mais fotos e explicações. Tenho outras fotos no Ipad.

sexta-feira, Outubro 17, 2014

Andar à porrada: verbalmente, ou de facto?

Tive uma vez uma conversa com uma senhora do Casal Ventoso, num café, em que ela me garantiu isto: como eu nunca andei à porrada, penso que tenho medo, mas se eu começasse à porrada ia adorar. Até porque ela era muito mais pequena e franzina do que eu. 

Ver link do blog onde conto isso.

Só hoje entendi: andar à porrada, verbalmente, é relaxante, tipo terapia de grupo. Adoro. E só agora descobri. Vivendo e aprendendo. Hei-de experimentar a sério, tipo, a vias de facto.

Como me passaram  despercebidos até agora estes prazeres?

Ver neste mesmo blogue: 

A senhora, se calhar...


sábado, Outubro 11, 2014

Portugal Moderno


Há uma ou duas décadas, a Avenida da Liberdade era um local de habitação degradada, de prostituição, agora é a 10ª mais luxuosa do mundo.

Há uma ou duas décadas, abriram em Portugal umas fábricas de sapatos estrangeiras, por um curto período, com incentivos da UE. Todos diziam que, passado esse período, nada restaria.

Resta o calçado português, já com fama no mundo.

VER AQUI:

33 razões para adorar Portugal

Também muito interessante esta frase de Vítor Hugo, a propósito de ter sido Portugal o 1º país da Europa a abolir a pena de morte, em 1867 (3º no mundo):


"Morte à morte! Vida à vida"

sexta-feira, Outubro 10, 2014

MALALA





Só uma pessoa muito ingénua pode falar e pensar assim.
Aprendamos  a ser ingénuos com  a Prémio Nobel da Paz, de 17 anos. 
As palavras "ingénuo" e "génio" têm a mesma origem: o génio é ingénuo.


"Quando o mundo inteiro fica silencioso, uma só voz pode fazer a diferença" - Malala

"Sou mais forte do que o medo"  - Malala

Não, Senhor Ministro!!!

                            
                                   

                                   
Os mesmos professores foram hoje colocados em três, quatro ou mesmo dez escolas


Numa miseranda Terra Imunda como esta, que dá mais importância às coisas materiais do que à cultura, os professores só podem ser trash. Todos, claro. Mas sobretudo os melhores.

Após erros risíveis porque ridículos, mas dramáticos, o Ministério da Educação volta a ser protagonista de muitas anedotas. 

Professores colocados muito longe de casa, mas só por uma semana ou duas, alunos a gostarem ou a não gostarem dos professores e a dizerem-lhes adeus para sempre...

Tudo isto é nada. Num segundo erro, mais ridículo ainda, um professor é colocado, segundo a RTP, em 74 escolas, enquanto outros ficam sem emprego, dada a concorrência desleal...

Eu tinha-me calado a respeito deste assunto, mas agora já é impossível.

A quem encomendou o governo o sistema informático da colocação de professores e o sistema informático CITIUs, para a justiça? Que razões o levaram a escolher as piores empresas?

Podemos sentar-nos aqui






Fotos de Campo de Ourique

O que me impressiona mais na Turquia talvez não sejam os grandes e imponentes monumentos, nem algumas das maiores pedras preciosas do mundo. Talvez tenha sido esta particularidade quotidiana de por todo o lado encontrarmos velhas cadeiras desirmanadas e vários bancos, que escaparam ao lixo para serem utilizadas por quem quiser.

 E agora vejo o mesmo, no bairro de Campo de Ourqique, com a agravante de ter um murinho em frente, que permite juntar-se todo um grupo. À porta de um café, sobretudo quando o café está fechado. 

Juro que a ideia não foi minha, embora eu tenha pena.

quinta-feira, Outubro 09, 2014

Eu disse-te para tu pores o pé em cima do dinheiro! Eu disse-te para tu pores o pé em cima do dinheiro!

A mulher, nos seus cinquenta mal conservados, encarquilhados, ainda que com alguma jovialidade no vestir e na atitude, chorava copiosamente do olho negro e ao mesmo tempo gritava com o rapaz, numa voz aguda e lamentosa, repetindo sempre a mesma frase, ainda que em diferentes tons: 

- Eu disse-te para tu pores o pé em cima do dinheiro! Eu disse-te para tu pores o pé em cima do dinheiro! 

Já se tinha juntado muita gente a ouvir aquele monótono refrão, quando passei. Mas mais ou menos discretamente, como é costume agora em Lisboa... fingindo que tinham parado ali por acaso, a conversar com um conhecido...

O polícia, um rapagão atlético, ultrapassava de vários dedos e de vários pés a estatura das duas figuras franzinas. Não dava demonstrações de autoridade, de força ou de persuasão, não empunhava arma e sim telemóvel, parecia que iam os três a passear por ali. Os outros dois nem tentavam fugir, mas a mulher insistia, aos guinchos cada vez mais estridentes e com mais lágrimas a sair do olho negro, ou com lágrimas mais visíveis no olho negro do que no outro:

- Eu disse-te para tu pores o pé em cima do dinheiro! Eu disse-te para tu pores o pé em cima do dinheiro! 

 E a certa altura acrescenta uma variante:

- Eu disse-te para tu pores o pé, mas era em cima do dinheiro! 

Prossegui caminho. O truque para continuar ali seria meter conversa com alguém e fingir que tinha encontrado um amigo, em cada esquina um amigo... e ficávamos ali a ouvir e a ver, meio voltados para a cena, meio voltados de lado...

Mas eu já tinha percebido tudo: os dois estavam a  vender droga.  Quando aparece o rapagão polícia, a mulher manda deitar tudo para o chão. O jovem, inexperiente, atira tudo, incluindo o dinheiro.

É então que a mulher lhe diz para pôr o pé por cima. Era evidente para ela: por cima do dinheiro. Mas ele pensou que a droga era mais valiosa do que duas ou três notas de 10 Euros, portanto pôs o pé em cima da droga.

Para gente sem poder algum de argumentação ( incluindo o rapagão polícia), o caso é simples: pôr o pé por cima de algo é o mesmo que tomar posse desse algo. O rapaz teria tomado posse do dinheiro se pusesse o pé em cima do dinheiro, mas em vez disso tomou posse da droga, porque pôs o pé em cima da droga.
E foram ambos presos.

- Eu disse-te para tu pores o pé em cima do dinheiro! - chorava a mulher, com lágrimas no olho negro.


segunda-feira, Outubro 06, 2014

Viva a Burka ! E a liberdade que dá, aos homens e mulheres que a usam!





Em Portugal, nem se discute se o uso da Burka e do Niqab é proibido ou permitido. Não é proibido, mas ninguém se atreve a sair à rua nesta figura. 

Nos países em que se discute o que é permitido ou proibido, vejo com espanto que os de esquerda consideram um direito. Cada um pode vestir-se como quer. Ai sim? Isso é um direito?

E se vocês virem uma queridinha explorada como esta da foto? Por acaso a foto é de uma heroína afegã, já assassinada, uma polícia a prender um criminoso. Mas é utilizada como exemplo, na foto. 

As feministas teriam tendência  a dizer que devemos proibir isto. Mas quem liga às feministas? 
E os ingénuos democratas acham que cada um tem o direito de se vestir como quer. 

E estes tipos usam a  democracia para destruir a democracia.

Viva o Niqab! E a liberdade que dá!



Quando o cabelo não está bom, quando temos olheiras, quando queremos passar despercebidas. Viva o Niqab!!! Também queremos.

Ótimo para roubar coisas no supermercado, para insultar os vizinhos e conhecidos... Quando "não temos nada que vestir", quando gostaríamos de ser uma mosca para ver o que se passa sem sermos vistas... melhor, só a Burka.

 Vem isto a propósito de um artigo do The Gardien, em que mulheres muçulmanas consideram uma grande liberdade o uso do Niqab, o véu que tapa tudo, menos os olhos (a burka também tapa os olhos).

 The niqab makes me feel liberated, and no law will stop me from wearing 

E que tal a sensação de ser perseguido / a, que muitos já devem ter tido, por alguém de niqab, m/f?

Vem isto a propósito da hipotética proibição do uso destas indumentárias em países livres, como a Euroa e os EUA. Mas os países livres podem proibir alguém de se vestir como quer?

Ver também AQUI

Burqa defenders' paradox of injustice


domingo, Outubro 05, 2014

A Arte de Mariana Gillot




Já aqui foi mencionada várias vezes a arte de Mariana Gillot.
Clicar em baixo, no nome, para encontrar outros posts sobre a artista.